Eu tive um sonho com começo meio e fim outro dia.
Meu namorado me abandonava por uma perua. Depois vinha inconsolável querer voltar...
Eu disse: "nunca mais sai de perto de mim" e vivi feliz para sempre.
sexta-feira, 10 de julho de 2009
sábado, 20 de junho de 2009
quinta-feira, 18 de junho de 2009
Sonho da irmã
"Eu cheguei no trabalho. As salas não tinham divisão, transformavam-se e surgiam em si mesmas.
Ao lado de uma mesa, em frente a uma grande janela estava meu avó e eu ex-colega de trabalho. Em um instante, eles caíram pela janela. O andar era alto, eles não sobreviveriam, acreditei.
Alguém chegou e eu contei o que havia acontecido e sugeri que fôssemos ver se eles estavam bem, mas como tínhamos uma reunião naquele momento não foi possível.
Fomos até a reunião que acontecia no pequeno espaço da escadaria de incêndio. As pessoas estavam amontoadas como galinhas naquelas gaiolas de transporte.
Eu continuava me preocupando com os "caídos", certa de que aquela pessoa a quem eu tinha contado não havia entendido a gravidade da situação. Queria encontrá-la e explicar que eles certamente tinham morrido.
Fiquei feliz de pelo menos estar com roupa..."
Eu tomei um gole da minha marguerita e pensei: "Ah, eu amo minha irmã!"
Ao lado de uma mesa, em frente a uma grande janela estava meu avó e eu ex-colega de trabalho. Em um instante, eles caíram pela janela. O andar era alto, eles não sobreviveriam, acreditei.
Alguém chegou e eu contei o que havia acontecido e sugeri que fôssemos ver se eles estavam bem, mas como tínhamos uma reunião naquele momento não foi possível.
Fomos até a reunião que acontecia no pequeno espaço da escadaria de incêndio. As pessoas estavam amontoadas como galinhas naquelas gaiolas de transporte.
Eu continuava me preocupando com os "caídos", certa de que aquela pessoa a quem eu tinha contado não havia entendido a gravidade da situação. Queria encontrá-la e explicar que eles certamente tinham morrido.
Fiquei feliz de pelo menos estar com roupa..."
Eu tomei um gole da minha marguerita e pensei: "Ah, eu amo minha irmã!"
sexta-feira, 5 de junho de 2009
Ponte até Portugal
Sonhei outro dia que pegava o caminho errado para voltar para casa, depois de passar pelo maior trânsito atravessando uma ponte estava em Lisboa.
Fiquei impressionada, certa de que alguém havia cometido um erro muito grande em permitir que eu estivesse em Lisboa sem ter pagado nada.
Minha primeira providência foi buscar um lugar que vendesse comida (portuguesa). Parei num quiosque e comecei a ler o cardápio. Meu pedido à atendente que se demonstrou um pouco xenofóbica foi "pastel de amendoim".
O dia estava caindo, a vista era linda. Estava em algum lugar com uma escadaria enorme e a cidade a minha frente, ficando cinza.
Temi não conseguir voltar para casa por alguns instantes... Depois passou.
Fiquei impressionada, certa de que alguém havia cometido um erro muito grande em permitir que eu estivesse em Lisboa sem ter pagado nada.
Minha primeira providência foi buscar um lugar que vendesse comida (portuguesa). Parei num quiosque e comecei a ler o cardápio. Meu pedido à atendente que se demonstrou um pouco xenofóbica foi "pastel de amendoim".
O dia estava caindo, a vista era linda. Estava em algum lugar com uma escadaria enorme e a cidade a minha frente, ficando cinza.
Temi não conseguir voltar para casa por alguns instantes... Depois passou.
quinta-feira, 21 de maio de 2009
sexta-feira, 15 de maio de 2009
Em busca do selo ou carimbo
Eu estava subindo as escadas de um prédio comercial. Um carimbo ou um selo era o que eu precisava. Em umas das passagens havia uma daquelas escadas que não tem corrimão e são retorcidas. Eu precisava descê-la. Ao pisar no primeiro degrau senti e ver o tudo que havia embaixo da escada, senti que não poderia me equilibrar. Abaixei para me segurar em alguma coisa.
Quando finalmente consegui o carimbo (ou negaram-me talvez) fui embora. No carro, notei que estava sem meu celular e bateu-me uma fúria. Como diabos eu havia esquecido o meu celular naquele lugar infernal. Ao meu lado no trânsito, passou alguém que eu reconheci e que estava falando no MEU celular. Não tive dúvidas, coloquei o braço para fora e gritei algum tipo de repreensão. Acordei logo após.
Quando finalmente consegui o carimbo (ou negaram-me talvez) fui embora. No carro, notei que estava sem meu celular e bateu-me uma fúria. Como diabos eu havia esquecido o meu celular naquele lugar infernal. Ao meu lado no trânsito, passou alguém que eu reconheci e que estava falando no MEU celular. Não tive dúvidas, coloquei o braço para fora e gritei algum tipo de repreensão. Acordei logo após.
domingo, 3 de maio de 2009
A mansão
Eu me mudei com a minha família para uma casa enorme, uma mansão, com vários empregados. Estávamos dando festas uma atrás da outra e os empregados estavam na cozinha, fazendo a enorme refeição que íamos oferecer. Lembro da montanha de peitos de frango cozidos que estavam ali para serem desfiados.
Os amigos chegavam na hora marcada esperando que a comida estivesse pronta, uma das vezes, quando não estava, eles se foram, dizendo que voltariam mais tarde.
No quintal, havia um telão e logo quando vi, veio-me a idéia daqueles vídeos de homenagem que passam em eventos.
Eu insistia em dizer a todos que, naquela casa, havia morado um ex-namorado meu. Estava impressionada com a coincidência que isso era. Tentei ligar para ele, mas uma voz feminina atendeu o telefone e eu desliguei, assustada.
O único problema da casa era uma janela. Uma das grandes janelas de uma das grandes salas, tinha uma parte solta, ou seja, qualquer pessoa poderia retirá-la dali e teria espaço tranquilamente para entrar na casa sem sequer se abaixar. Eu temia os ladrões.
Eu estava feliz de morar naquela casa, sentia-me a vontade, apesar da janela que precisava urgentemente ser consertada. Em algum momento, simplesmente acordei.
Os amigos chegavam na hora marcada esperando que a comida estivesse pronta, uma das vezes, quando não estava, eles se foram, dizendo que voltariam mais tarde.
No quintal, havia um telão e logo quando vi, veio-me a idéia daqueles vídeos de homenagem que passam em eventos.
Eu insistia em dizer a todos que, naquela casa, havia morado um ex-namorado meu. Estava impressionada com a coincidência que isso era. Tentei ligar para ele, mas uma voz feminina atendeu o telefone e eu desliguei, assustada.
O único problema da casa era uma janela. Uma das grandes janelas de uma das grandes salas, tinha uma parte solta, ou seja, qualquer pessoa poderia retirá-la dali e teria espaço tranquilamente para entrar na casa sem sequer se abaixar. Eu temia os ladrões.
Eu estava feliz de morar naquela casa, sentia-me a vontade, apesar da janela que precisava urgentemente ser consertada. Em algum momento, simplesmente acordei.
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