EU ACORDEI ANTES DO DESPERTADOR COM AQUELA ANGÚSTIA DE NOVO, AQUELE EMBRULHO NO ESTÔMAGO DE QUEM PERDEU TODA GRANA NO POKER. RESOLVI VOLTAR A DORMIR E RELAXAR. EIS O QUE SE SUCEDEU.
Estou dobrando algumas roupas em cima da cama no meu quarto. Da janela, vejo alguns amigos do colégio procurando um lugar para sentar e conversar. A minha melhor amiga da época está com eles, ela olha para cima e mostro-lhe a lingua. Trocamos algumas palavras e resolvo ir.
...
Estou na casa do meu ex-namorado. Ele é gentil e doce, eu estou com uma amiga dessas que se passou a época das baladas juntas. Quando estou me despedindo dele, na escada do prédio (ele mora no prédio em que meus pais moram), explico-lhe que sinto ciúmes e ele se explica e desconversa ainda muito gentilmente. Minha amiga resolve falar algo, irrito-me e dou-lhe um tapa na cara. Ela fica chocada repetindo "eu não acredito que isso aconteceu", enquanto peço desculpas e tento transformar a situação em outra coisa menos terrível. Ele vai nos levar até o carro, quando chegamos, irrito-me com outro algo e espanco meu ex-namorado, esfregando-lhe o rosto no asfalto. Ele vai embora irritado e apenas olha para trás para dizer "eu sabia que isso ia acontecer". Entro no carro, quem está no banco do motorista é uma outra amiga que andava com nós duas na época das baladas, a primeira amiga não está mais lá. Ela está bolando um baseado e com ar de reprovação para mim. Digo "você sabe que tudo isso só aconteceu na minha cabeça?" ela mantêm o ar de reprovação e diz "não sei por que você faz isso... you have the rabbit hat... por que você não aproveita?". Noto agora que, na verdade, estamos em um caminhão e não em um carro, enquanto ela dirige. Numa das ruas, um vendedor de castanhas fez uma pilha alta de coisas no meio da rua e passamos por cima dela com caminhão, mas sem derrubá-la. Olho no relógio do carro, 9h21. Ponho as mão no rosto e começo a chorar desesperadamente, dizendo "eu tinha uma reunião!".
EXATAMENTE NESSA HORA O DESPERTADOR TOCOU (7H30) E EU LEVANTEI PARA LAVAR O ROSTO E IR NA REUNIÃO...
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
terça-feira, 4 de janeiro de 2011
templo budista
eu ia de carro a um templo budista
haviam 3 filas de carros aguardando, exatamente como fazem na inspeção veicular.
fui na terceira coluna, que não tinha nenhum carro, então fiquei em primeiro lugar.
entramos.
era um galpão ensolarado, minha mãe estava lá. muitas pessoas que eu conheço estavam lá, agora já não me lembro quem eram.
haviam imagens coloridas e estatuas nas laterais e na frente do galpão. eram poucas pessoas para a quantidade de cadeiras que estavam espalhadas.
começamos a conversar todos, como numa aula.
a oradora que achei por alguns instantes ser minha mãe , pediu para todos pegarem seus ipads e começou a falar de um aplicativo que usaríamos. quem não tivesse aquele aplicativo, podia usar um outro.
todos nós tínhamos ipads...
haviam 3 filas de carros aguardando, exatamente como fazem na inspeção veicular.
fui na terceira coluna, que não tinha nenhum carro, então fiquei em primeiro lugar.
entramos.
era um galpão ensolarado, minha mãe estava lá. muitas pessoas que eu conheço estavam lá, agora já não me lembro quem eram.
haviam imagens coloridas e estatuas nas laterais e na frente do galpão. eram poucas pessoas para a quantidade de cadeiras que estavam espalhadas.
começamos a conversar todos, como numa aula.
a oradora que achei por alguns instantes ser minha mãe , pediu para todos pegarem seus ipads e começou a falar de um aplicativo que usaríamos. quem não tivesse aquele aplicativo, podia usar um outro.
todos nós tínhamos ipads...
segunda-feira, 3 de janeiro de 2011
casa no campo
eu não estava lá
só duas crianças.
elas chegavam de bicicleta em uma casa de madeira, num campo ensolarado. uma mulher mais velha a recebia na varanda da frente e as chamava para entrar.
a mulher ia ensiná-las durante três dias sobre coisas importantes da vida.
a mãe das crianças estava na parte de trás da casa regando algumas flores com uma mangueira.
a mulher disse à mãe "você pode trazê-las amanhã as 7h?"
a mãe respondeu "7h30? tudo bem, trago elas amanhã as 7h"
só duas crianças.
elas chegavam de bicicleta em uma casa de madeira, num campo ensolarado. uma mulher mais velha a recebia na varanda da frente e as chamava para entrar.
a mulher ia ensiná-las durante três dias sobre coisas importantes da vida.
a mãe das crianças estava na parte de trás da casa regando algumas flores com uma mangueira.
a mulher disse à mãe "você pode trazê-las amanhã as 7h?"
a mãe respondeu "7h30? tudo bem, trago elas amanhã as 7h"
quarta-feira, 4 de agosto de 2010
eu ia
eu estou conscientemente tentando não fazer tudo que eu sinto vontade de fazer, na hora que eu sinto vontade de fazer para não magoar os outros, para não... não... não parecer louca, pelo menos.
então eu vou fazer algo, penso, repenso, paro e não faço.
hoje eu sonhei. já não lembro mais muito bem o que era. sonhei que ia fazer essas mesmas coisas e parava e pensava e não fazia.
quando o consciente e o inconsciente estão agindo da mesma forma, significa o que?
então eu vou fazer algo, penso, repenso, paro e não faço.
hoje eu sonhei. já não lembro mais muito bem o que era. sonhei que ia fazer essas mesmas coisas e parava e pensava e não fazia.
quando o consciente e o inconsciente estão agindo da mesma forma, significa o que?
segunda-feira, 21 de junho de 2010
Chefe dedo duro
Sonhei que estava em um lugar estranho de centro de São Paulo. No centro, todos os lugares são estranhos. Era de tarde, a noite teriamos algum evento, uma festa ou uma filmagem, não sei... Estávamos preparando coisas e conversando. E eu contava meus causos constrangedores, como sempre... E alguém me disse que meu chefe tinha dito para o meu ex-namorado que eu havia ficado com alguém em algum momento. Temi. Eu sempre temo, mesmo sem precisar. Tive raiva do meu chefe, que falta de bom senso, pensei. Fui encontrar com meu ex-namorado. Ele estava testando alguma bebida nova que aumentava a libido. Tomei alguns goles. Eu estava nervosa, por isso e pelo resto... Então meu despertador tocou uma música inesperada e eu acordei sem entender nada. Como sempre...
sexta-feira, 18 de junho de 2010
sexta-feira, 23 de abril de 2010
aliança
hoje eu sonhei que alguém achava minha aliança de casamento e me dava
ela era grande, maior que o normal, pesada pacas
meus sonhos estão muito parecidos com algum pesadelo que eu já tive
ela era grande, maior que o normal, pesada pacas
meus sonhos estão muito parecidos com algum pesadelo que eu já tive
quarta-feira, 16 de dezembro de 2009
narizes escorrendo
eu cheguei na praça de alimentação do shopping. não é o primeiro sonho em que eu estou naquele shopping. alguma pessoa bem próxima estava sentada numa mesa. ele estava lá... depois daquele tempão (que pra mim foi muito e sei que pra ele foi pouco), ele estava lá. com o nariz escorrendo.meu nariz também estava escorrendo sem parar.
cumprimentei-o. fiz alguma piadinha sobre o quanto queria ter visto ele ante, mas como quem diz "pra mim não fez diferença". beijei-o e ele gostou.
ficamos mais juntos. senti aquela sensação que é deitar no peito dele e estar junto com ele de novo. bendito sonho.
e então ele começou a mostrar uma caixa cheia de micro-presentinhos que ele tinha comprado, aparentemente, para todas as pessoas do mundo. era bonitinhos. fiz algum comentário indiferente.
ofereci-me para buscar mais papel para secar nossos narizes, ele aceitou. no banheiro, só achei aquele papel de secar as mãos que, com certeza, acabam por esfolar os narizes. voltei. disse a ele que só tinha aquele e ele aceitou. ele ainda tinha um rolo de papel higiênico.
eu estava lá com ele. era só sonho. mas salvou meu dia.
acordei. quando abri o computador tinha uma mensagem dele. salvou meu dia, salvou meu dia.
minha mãe diria, é tudo ilusão. e eu sei... merda!
cumprimentei-o. fiz alguma piadinha sobre o quanto queria ter visto ele ante, mas como quem diz "pra mim não fez diferença". beijei-o e ele gostou.
ficamos mais juntos. senti aquela sensação que é deitar no peito dele e estar junto com ele de novo. bendito sonho.
e então ele começou a mostrar uma caixa cheia de micro-presentinhos que ele tinha comprado, aparentemente, para todas as pessoas do mundo. era bonitinhos. fiz algum comentário indiferente.
ofereci-me para buscar mais papel para secar nossos narizes, ele aceitou. no banheiro, só achei aquele papel de secar as mãos que, com certeza, acabam por esfolar os narizes. voltei. disse a ele que só tinha aquele e ele aceitou. ele ainda tinha um rolo de papel higiênico.
eu estava lá com ele. era só sonho. mas salvou meu dia.
acordei. quando abri o computador tinha uma mensagem dele. salvou meu dia, salvou meu dia.
minha mãe diria, é tudo ilusão. e eu sei... merda!
terça-feira, 3 de novembro de 2009
quinta-feira, 20 de agosto de 2009
Minhocas cor-de-rosa
Estava deitada na minha cama e alguns amigos estavam comigo. Comentei sobre como não gostava das minhos cor-de-rosa que ficavam presas no lustre do meu quarto. Nesse mesmo instante um punhado delas caiu na minha cama. Com nojo disse "ah, só por que eu falei". Então várias delas começaram a cair. Tinham todos os tamanhos e eram nojentas e cor de rosa. Estávamos tentando tirá-las com uma vassoura. Quando olhei em cima de uma cômoda, dezenas de pequeninas minhocas cor-de-rosa se agitavam em cima dela. Tive certeza, era um pesadelo.
quinta-feira, 30 de julho de 2009
O fim do carro novo
Estava com meu carro novo estacionado na mesma vaga do estacionamento do prédio. Quando desci para ver o que era um rebuliço na garagem, meu carro estava depredado (com a multidão em volta). Alguém havia entrado no carro e roubado partes dele, como o cinzeiro, o som (claro), etc...
Quando saí do carro e comecei a me lamentar ele começou a pegar fogo. Eu estava aos prantos.
Subi em casa e contei, chorando, à minha mãe o que havia acontecido. Meu pai parecia não estar muito preocupado, pois o carro tinha seguro.
Eu estava desolada.
Quando saí do carro e comecei a me lamentar ele começou a pegar fogo. Eu estava aos prantos.
Subi em casa e contei, chorando, à minha mãe o que havia acontecido. Meu pai parecia não estar muito preocupado, pois o carro tinha seguro.
Eu estava desolada.
sexta-feira, 10 de julho de 2009
Era uma vez...
Eu tive um sonho com começo meio e fim outro dia.
Meu namorado me abandonava por uma perua. Depois vinha inconsolável querer voltar...
Eu disse: "nunca mais sai de perto de mim" e vivi feliz para sempre.
Meu namorado me abandonava por uma perua. Depois vinha inconsolável querer voltar...
Eu disse: "nunca mais sai de perto de mim" e vivi feliz para sempre.
sábado, 20 de junho de 2009
quinta-feira, 18 de junho de 2009
Sonho da irmã
"Eu cheguei no trabalho. As salas não tinham divisão, transformavam-se e surgiam em si mesmas.
Ao lado de uma mesa, em frente a uma grande janela estava meu avó e eu ex-colega de trabalho. Em um instante, eles caíram pela janela. O andar era alto, eles não sobreviveriam, acreditei.
Alguém chegou e eu contei o que havia acontecido e sugeri que fôssemos ver se eles estavam bem, mas como tínhamos uma reunião naquele momento não foi possível.
Fomos até a reunião que acontecia no pequeno espaço da escadaria de incêndio. As pessoas estavam amontoadas como galinhas naquelas gaiolas de transporte.
Eu continuava me preocupando com os "caídos", certa de que aquela pessoa a quem eu tinha contado não havia entendido a gravidade da situação. Queria encontrá-la e explicar que eles certamente tinham morrido.
Fiquei feliz de pelo menos estar com roupa..."
Eu tomei um gole da minha marguerita e pensei: "Ah, eu amo minha irmã!"
Ao lado de uma mesa, em frente a uma grande janela estava meu avó e eu ex-colega de trabalho. Em um instante, eles caíram pela janela. O andar era alto, eles não sobreviveriam, acreditei.
Alguém chegou e eu contei o que havia acontecido e sugeri que fôssemos ver se eles estavam bem, mas como tínhamos uma reunião naquele momento não foi possível.
Fomos até a reunião que acontecia no pequeno espaço da escadaria de incêndio. As pessoas estavam amontoadas como galinhas naquelas gaiolas de transporte.
Eu continuava me preocupando com os "caídos", certa de que aquela pessoa a quem eu tinha contado não havia entendido a gravidade da situação. Queria encontrá-la e explicar que eles certamente tinham morrido.
Fiquei feliz de pelo menos estar com roupa..."
Eu tomei um gole da minha marguerita e pensei: "Ah, eu amo minha irmã!"
sexta-feira, 5 de junho de 2009
Ponte até Portugal
Sonhei outro dia que pegava o caminho errado para voltar para casa, depois de passar pelo maior trânsito atravessando uma ponte estava em Lisboa.
Fiquei impressionada, certa de que alguém havia cometido um erro muito grande em permitir que eu estivesse em Lisboa sem ter pagado nada.
Minha primeira providência foi buscar um lugar que vendesse comida (portuguesa). Parei num quiosque e comecei a ler o cardápio. Meu pedido à atendente que se demonstrou um pouco xenofóbica foi "pastel de amendoim".
O dia estava caindo, a vista era linda. Estava em algum lugar com uma escadaria enorme e a cidade a minha frente, ficando cinza.
Temi não conseguir voltar para casa por alguns instantes... Depois passou.
Fiquei impressionada, certa de que alguém havia cometido um erro muito grande em permitir que eu estivesse em Lisboa sem ter pagado nada.
Minha primeira providência foi buscar um lugar que vendesse comida (portuguesa). Parei num quiosque e comecei a ler o cardápio. Meu pedido à atendente que se demonstrou um pouco xenofóbica foi "pastel de amendoim".
O dia estava caindo, a vista era linda. Estava em algum lugar com uma escadaria enorme e a cidade a minha frente, ficando cinza.
Temi não conseguir voltar para casa por alguns instantes... Depois passou.
quinta-feira, 21 de maio de 2009
sexta-feira, 15 de maio de 2009
Em busca do selo ou carimbo
Eu estava subindo as escadas de um prédio comercial. Um carimbo ou um selo era o que eu precisava. Em umas das passagens havia uma daquelas escadas que não tem corrimão e são retorcidas. Eu precisava descê-la. Ao pisar no primeiro degrau senti e ver o tudo que havia embaixo da escada, senti que não poderia me equilibrar. Abaixei para me segurar em alguma coisa.
Quando finalmente consegui o carimbo (ou negaram-me talvez) fui embora. No carro, notei que estava sem meu celular e bateu-me uma fúria. Como diabos eu havia esquecido o meu celular naquele lugar infernal. Ao meu lado no trânsito, passou alguém que eu reconheci e que estava falando no MEU celular. Não tive dúvidas, coloquei o braço para fora e gritei algum tipo de repreensão. Acordei logo após.
Quando finalmente consegui o carimbo (ou negaram-me talvez) fui embora. No carro, notei que estava sem meu celular e bateu-me uma fúria. Como diabos eu havia esquecido o meu celular naquele lugar infernal. Ao meu lado no trânsito, passou alguém que eu reconheci e que estava falando no MEU celular. Não tive dúvidas, coloquei o braço para fora e gritei algum tipo de repreensão. Acordei logo após.
domingo, 3 de maio de 2009
A mansão
Eu me mudei com a minha família para uma casa enorme, uma mansão, com vários empregados. Estávamos dando festas uma atrás da outra e os empregados estavam na cozinha, fazendo a enorme refeição que íamos oferecer. Lembro da montanha de peitos de frango cozidos que estavam ali para serem desfiados.
Os amigos chegavam na hora marcada esperando que a comida estivesse pronta, uma das vezes, quando não estava, eles se foram, dizendo que voltariam mais tarde.
No quintal, havia um telão e logo quando vi, veio-me a idéia daqueles vídeos de homenagem que passam em eventos.
Eu insistia em dizer a todos que, naquela casa, havia morado um ex-namorado meu. Estava impressionada com a coincidência que isso era. Tentei ligar para ele, mas uma voz feminina atendeu o telefone e eu desliguei, assustada.
O único problema da casa era uma janela. Uma das grandes janelas de uma das grandes salas, tinha uma parte solta, ou seja, qualquer pessoa poderia retirá-la dali e teria espaço tranquilamente para entrar na casa sem sequer se abaixar. Eu temia os ladrões.
Eu estava feliz de morar naquela casa, sentia-me a vontade, apesar da janela que precisava urgentemente ser consertada. Em algum momento, simplesmente acordei.
Os amigos chegavam na hora marcada esperando que a comida estivesse pronta, uma das vezes, quando não estava, eles se foram, dizendo que voltariam mais tarde.
No quintal, havia um telão e logo quando vi, veio-me a idéia daqueles vídeos de homenagem que passam em eventos.
Eu insistia em dizer a todos que, naquela casa, havia morado um ex-namorado meu. Estava impressionada com a coincidência que isso era. Tentei ligar para ele, mas uma voz feminina atendeu o telefone e eu desliguei, assustada.
O único problema da casa era uma janela. Uma das grandes janelas de uma das grandes salas, tinha uma parte solta, ou seja, qualquer pessoa poderia retirá-la dali e teria espaço tranquilamente para entrar na casa sem sequer se abaixar. Eu temia os ladrões.
Eu estava feliz de morar naquela casa, sentia-me a vontade, apesar da janela que precisava urgentemente ser consertada. Em algum momento, simplesmente acordei.
quinta-feira, 30 de abril de 2009
Amor Inesperado
Eu sonhei com uma festa ou um acampamento. Muitas pessoas conhecidas estavam lá enquanto eu observava tudo de cima daquela cama do alto.
Então, uma declaração de amor inesperada e uma desculpa que não fazia sentido "eu te amo, mas eu trabalho muito". Não consegui entender.
Aproximei-me, não conseguia sentir cheiro de nada, também não sabia o que aquilo significava,
Ao deitar na cama, confusa e cobrir-me, acordei.
Então, uma declaração de amor inesperada e uma desculpa que não fazia sentido "eu te amo, mas eu trabalho muito". Não consegui entender.
Aproximei-me, não conseguia sentir cheiro de nada, também não sabia o que aquilo significava,
Ao deitar na cama, confusa e cobrir-me, acordei.
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